sexta-feira, 22 de abril de 2016

CAFÉ

Aqui na casa de família onde moro tenho direito a café da manhã e janta. O jantar é com eles, na sala. O café é sozinha, aqui em cima, onde tenho uma geladeira, uma torradeira e afins.

E uma bagaça de ferver água.

E CAFÉ SOLÚVEL.

Duas vezes, quando eu estava lá embaixo, Michelle me ofereceu café.

SOLÚVEL.

Cansada dessa palhaçada, porque sou uma pessoa que gosta de CAFÉ, decidi ir além. Tem uma opção no seven eleven, de regular long black por 1 dólar. É aceitável, melhor que o solúvel, mas, ainda assim, resolvi entrar numa cafeteria com cara de lugar caro.

Pedi o long black, (que consiste em café e água, porém, feitos na máquina, mas nada de leite, machiatto, capucinno, whatever). QUATRO DÓLARES E CINQUENTA CENTAVOS. O atendimento é personalizado, as meninas são gentis, a máquina é linda e tem cara de ajustada e todo dia tem um pó especial. Depois de pedir e pagar, enquanto esperava, resolvi checar as informações do café do dia.

CARMO DE MINAS.

Eu viajo até a Austrália, pago AU$ 4,50 num café e a bagaça é do sul de Minas.

Passei no mercado, comprei outra marca de café solúvel, por AU$ 4,30 e resolvi parar de criar encrenca interna por causa disso.

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